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A Apple apresentou na última segunda-feira (8), durante a WWDC26, a aguardada evolução de sua assistente virtual: a Siri AI. O anúncio foi um dos momentos centrais da conferência anual para desenvolvedores e marcou a despedida de Tim Cook do palco principal do evento.
A nova versão da assistente abandona o modelo tradicional e adota capacidades de inteligência artificial generativa. Com a atualização, a Siri passa a compreender melhor o contexto das interações do usuário, sendo capaz de interpretar informações exibidas na tela e realizar comandos cruzados entre diferentes aplicativos.
O que muda na prática
A reformulação busca tornar a assistente mais conversacional e funcional. Entre as principais capacidades anunciadas, destacam-se:
Entendimento contextual: A Siri consegue conectar dados entre apps distintos, facilitando a execução de tarefas complexas.
Visão computacional: A assistente agora pode processar elementos visuais presentes no display do dispositivo.
Processamento local e em nuvem: A arquitetura foi redesenhada para garantir respostas mais rápidas e personalizadas.
Compatibilidade e requisitos
A integração da inteligência artificial generativa exige maior poder de processamento do hardware. Por isso, a Apple restringiu o acesso aos novos recursos para garantir a estabilidade do sistema.
A nova Siri AI será compatível apenas com dispositivos que possuem os processadores mais recentes da marca, garantindo a execução dos modelos de linguagem complexos exigidos pela nova arquitetura da empresa.
A restrição técnica reforça a estratégia da Apple de atrelar inovações de IA ao hardware de última geração. Os detalhes completos sobre a lista de modelos suportados e o cronograma de atualização do iOS devem ser divulgados nas próximas semanas pela companhia.