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Coletores de lixo são agredidos por morador após parada de caminhão em Goiânia

Imagens de segurança mostram motorista atacando funcionários com pedaço de madeira na Vila Mutirão; consórcio relata segundo caso de violência em uma semana.

Cleyber Carlos
Por: Cleyber Carlos
11/06/2026 às 09h11 Atualizada em 11/06/2026 às 13h33
Coletores de lixo são agredidos por morador após parada de caminhão em Goiânia

Dois coletores de lixo do Consórcio Limpa Gyn foram atacados na tarde desta terça-feira (9/6) durante o serviço na Vila Mutirão, em Goiânia. O agressor, morador de um condomínio da região, teria se irritado com a parada momentânea do caminhão de coleta.

 

O ataque foi registrado por câmeras de segurança e testemunhas. Nas imagens, é possível ver o momento em que o agressor desce de seu veículo — que já havia tido a passagem liberada pelo caminhão — e parte para cima dos funcionários.

A dinâmica da agressão:

  • Abordagem: O motorista empurra um dos coletores logo ao descer do carro.

  • Violência: O homem toma um pedaço de madeira que estava com um dos trabalhadores e desfere golpes contra a cabeça dele.

  • Queda: Uma das vítimas é derrubada e atingida por chutes enquanto está no chão.

  • Intervenção: Uma mulher que acompanhava o agressor precisou intervir para separar a briga.

 

"O cara tá agredindo quem tá trabalhando, irmão", afirmou uma testemunha que acompanhou a cena enquanto gravava o confronto.

 

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A empresa responsável pela coleta informou que a parada do veículo durou apenas o tempo necessário para o serviço. O motorista do caminhão chegou a liberar a via antes do início do ataque.

 

O impacto do episódio:

  • Assistência: Os coletores agredidos precisaram se afastar das atividades e recebem acompanhamento da empresa.

  • Polícia: O caso foi registrado na Polícia Civil de Goiás para a realização de exames de corpo de delito.

  • Alerta: O Consórcio Limpa Gyn classificou o episódio como grave e ressaltou que este é o segundo caso de violência contra trabalhadores da categoria em apenas uma semana.

 

Em nota, o consórcio repudiou a ação e reforçou que os profissionais desempenham um serviço essencial para a cidade. Até o momento, não há informações sobre a identificação ou prisão do agressor.

 

 

 
 
 
 
 
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