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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, está no centro de uma polêmica após revelações feitas pelo jornalista Leo Dias. O comunicador, que prometeu expor bastidores da entidade após o desempenho da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026, apontou que o dirigente teria levado uma suposta amante para Nova York.
Segundo as informações, a mulher teria ficado hospedada no Hotel Hyatt Regency Grand Central entre os dias 2 e 10 de junho. O custo da estadia teria atingido a marca de quase R$ 60 mil, valor que, segundo a denúncia, teria sido coberto pela própria CBF. O casal também foi flagrado em um restaurante na região de Manhattan.
Cronograma da viagem
Após o período em Nova York, a rotina de deslocamentos do presidente chamou a atenção. Um dia após a partida da acompanhante, Samir teria embarcado com destino à Cidade do México para encontrar a esposa.
Esta não é a primeira vez que o nome do dirigente é associado ao custeio de viagens de acompanhantes pela entidade. O portal Leo Dias relembrou que, anteriormente, outra mulher teria viajado do Rio de Janeiro ao Catar para acompanhar Samir, com passagens, hospedagem e acesso à área VIP bancados pela confederação.
O que diz a entidade
Questionada sobre os gastos e a natureza dos acompanhantes nas viagens oficiais, a assessoria da CBF não apresentou justificativas imediatas.
O órgão não se pronunciou sobre o assunto e pediu mais tempo ao Portal Leo Dias para esclarecer os fatos.
Até o momento, a CBF não detalhou se os custos foram oficializados como despesas de representação ou se houve uso indevido de verba da instituição para fins particulares.