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Força-tarefa mobiliza drones e mergulhadores em busca por bebê desaparecida em fazenda de Goiás

Caso em Doverlândia envolve cenário de difícil acesso e se assemelha a sumiço que comoveu o Maranhão no início do ano

Cleyber Carlos
Por: Cleyber Carlos
17/06/2026 às 13h49 Atualizada em 17/06/2026 às 14h08
Força-tarefa mobiliza drones e mergulhadores em busca por bebê desaparecida em fazenda de Goiás
PCGO e Redes Sociais

Uma grande operação de busca foi montada no Oeste de Goiás para tentar localizar a pequena Maria Fernanda Cândido da Rocha, de apenas 1 ano e 11 meses. A menina desapareceu na manhã da última segunda-feira (15) na Fazenda Vale do Paraíso, localizada na zona rural de Doverlândia.

 

Segundo informações da Polícia Civil, o sumiço ocorreu em um breve momento em que os pais se ausentaram. As equipes de segurança realizam buscas ininterruptas na propriedade, localizada a cerca de 50 quilômetros da cidade.

 

A principal linha de investigação trabalhada pelas autoridades aponta para um possível acidente. O delegado Ramon Queiroz detalhou que a hipótese mais provável é de que a criança tenha caminhado na direção dos pais e caído em uma represa perto da casa.

 

"O local é de difícil acesso. Os pais teriam deixado a criança sozinha por um momento e, quando retornaram, ela já não estava mais lá", explicou o delegado.

 

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Paralelo com caso no Maranhão

O cenário complexo enfrentado pelas equipes goianas tem despertado comparações com o desaparecimento de dois irmãos em Bacabal, no Maranhão, ocorrido em janeiro deste ano. Em ambos os episódios, o sumiço de crianças aconteceu em áreas rurais isoladas e de geografia desafiadora.

 

No caso maranhense, os irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael sumiram em uma comunidade quilombola cercada por mata densa, rios e açudes. Na fazenda em Doverlândia, o Corpo de Bombeiros lida com dificuldades parecidas, incluindo vegetação nativa fechada, terreno irregular e animais soltos.

 

Uso de tecnologia nas buscas

Para vencer as barreiras geográficas, a força-tarefa passou a utilizar drones com câmeras termográficas. Os equipamentos realizam sobrevoos sistemáticos para mapear a região e tentar identificar sinais de calor humano.

 

O esforço de varredura se divide entre patrulhas terrestres e o trabalho de mergulhadores nos arredores dos espelhos d'água. Até a manhã desta terça-feira (16), a menina ainda não havia sido localizada, e as autoridades mantêm todas as hipóteses abertas.

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