Cidades Investigação
Suspeito de estupr4r menina de 4 anos no Palmeiras usou pipoca para atrair vítima
Homem de 74 anos teria levado a criança ao banheiro masculino; diretoria do time paulista determinou a suspensão imediata do associado e entregou imagens à Polícia Civil.
12/06/2026 11h37 Atualizada há 2 dias
Por: Cleyber Carlos
O caso aconteceu na tarde de quarta-feira (10) na Rua Palestra Itália, 214, e foi registrado como estupro de vulnerável. — Foto: Reprodução

A Polícia Civil de São Paulo investiga um associado de 74 anos do Palmeiras por suspeita de estupro de vulnerável contra uma menina de apenas 4 anos. O crime teria ocorrido na tarde de quarta-feira (10), nas dependências do clube social alviverde, localizado na Zona Oeste da capital.

 

Segundo o relato da mãe à polícia, o homem é um frequentador antigo e costumava acompanhar o neto nas atividades esportivas. No dia do incidente, ele teria permanecido perto da criança e oferecido pipoca para convencê-la a entrar no banheiro masculino.

 

A mãe percebeu o sumiço da filha e, pouco tempo depois, a viu saindo da direção dos vestiários. Ao ser questionada sobre onde estava, a menina respondeu inicialmente que era um "segredo".

 

Após insistência, a vítima revelou o abuso em um local reservado. De acordo com o registro policial, a criança afirmou que "o vovô colocou a mão lá", indicando que o suspeito tocou em sua região íntima.

 

Exames e imagens de segurança

Já em casa, a mãe notou uma secreção anormal na região íntima da criança durante o banho. Diante da situação, ela acionou familiares e procurou imediatamente a polícia para formalizar a denúncia.

 

O andamento do caso conta com os seguintes desdobramentos preliminares:

 

Suspensão imediata

A direção do Palmeiras informou que prestou acolhimento à família logo após o primeiro relato, ainda na noite de quarta-feira. Um médico do clube examinou a criança e um advogado acompanhou a mãe até a delegacia para o registro da ocorrência.

 

A presidente Leila Pereira determinou a suspensão imediata do associado envolvido. A instituição afirmou em nota que repudia qualquer forma de violência e que todo o material de monitoramento interno já foi entregue para auxiliar na investigação policial.